quarta-feira, 31 de agosto de 2011

II Fase do FESREME




I FESREME





A 2º. Fase será na Escola Municipal  Profº. Mucio Teixeira Junior.

Data: 06/10/2011
Horário: 13h


Por isso, galera...
Fiquem




Nossa escola está com tudo!!!



Com o trio: I.N.I



Isabela
Nilda
Iasmin



Vamos torcer galera!!!

Música:
Para tu amor Juanes


Vamos cantar juntos!!!





Desde já agradeço
o esforço e empenho de todos.


Besos
Maestra:
Hellen Suzanna







domingo, 14 de agosto de 2011

Parabéns Papai...



A você papai querido...




Ser pai é acima de tudo, não esperar recompensas. Mas ficar feliz caso e quando cheguem. É saber fazer o necessário por cima e por dentro da incompreensão. É aprender a tolerância com os demais e exercitar a dura intolerância (mas compreensão) com os próprios erros. Ser pai é aprender errando, a hora de falar e de calar. É contentar-se em ser reserva, coadjuvante, deixado para depois. Mas jamais falar no momento preciso. É ter a coragem de ir adiante, tanto para a vida quanto para a morte. É viver as fraquezas que depois corrigirá no filho, fazendo-se forte em nome dele e de tudo o que terá de viver para compreender e enfrentar. Ser pai é aprender a ser contestado mesmo quando no auge da lucidez. É esperar. É saber que experiência só adianta para quem a tem, e só se tem vivendo. Portanto, é agüentar a dor de ver os filhos passarem pelos sofrimentos necessários, buscando protegê-los sem que percebam, para que consigam descobrir os próprios caminhos. Ser pai é saber e calar. Fazer e guardar. Dizer e não insistir. Falar e dizer. Dosar e controlar-se. Dirigir sem demonstrar. É ver dor, sofrimento, vício, queda e tocaia, jamais transferindo aos filhos o que, a alma, lhe corrói. Ser pai é ser bom sem ser fraco. É jamais transferir aos filhos a quota de sua imperfeição, o seu lado fraco, desvalido e órfão. Ser pai é aprender a ser ultrapassado, mesmo lutando para se renovar. É compreender sem demonstrar, e esperar o tempo de colher, ainda que não seja em vida. Ser pai é aprender a sufocar a necessidade de afago e compreensão. Mas ir às lágrimas quando chegam. Ser pai é saber ir-se apagando à medida em que mais nítido se faz na personalidade do filho, sempre como influência, jamais como imposição. É saber ser herói na infância, exemplo na juventude e amizade na idade adulta do filho. É saber brincar e zangar-se. É formar sem modelar, ajudar sem cobrar, ensinar sem o demonstrar, sofrer sem contagiar, amar sem receber. Ser pai é saber receber raiva, incompreensão, antagonismo, atraso mental, inveja, projeção de sentimentos negativos, ódios passageiros, revolta, desilusão e a tudo responder com capacidade de prosseguir sem ofender; de insistir sem mediação, certeza, porto, balanço, arrimo, ponte, mão que abre a gaiola, amor que não prende, fundamento, enigma, pacificação. Ser pai é atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio. O máximo de convivência no máximo de solidão. É, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver. É quem se anula na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante.


São votos de todos os funcionários, professores e equipe pedagógica da Municipal José do Patrocinio.



sábado, 13 de agosto de 2011

Dia dos Estudantes






Um pouco de história... 



















 
No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife. Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham de ir a Coimbra, em Portugal, que abrigava a faculdade mais próxima.

Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo Convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII. As primeiras turmas formadas continham apenas 40 anos. De lá para cá, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada à USP em 1934.

Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes. Foi assim que nasceu o Dia do Estudante, em 1927.


Homenagen Poetica:










 Indagador... que questiona

Apresentam-se em grupos e inovam na turma.
Mostram-se confiantes. Jamais fracassados.
Insinuam, questionam, mas também aprendem.
Amam!
Buscam conhecimentos, mesmo brincando, namorando, agitando.
Gostam de amar. Gostam de ouvir
Serem ouvidos.
Desejam tudo. Até mesmo o impossível.
Paqueras? Todos gostam
Estudam, brincam, criam.
Sonham com o futuro.
No início pouca atenção, mas acreditam.
Planejam!
Esperam!
Acreditam nos sonhos.
Caminham em busca de grandes desafios na vida.
São inteligentes e moderados.
No entanto, acreditam nos seus mestres, mas exigem,
questionam, indagam a mercês da sabedoria de ouvir e crescer.
Tentam mudar. Lutam por mudanças.
Buscam desafios das incertezas que os colocam.
Permitem ouvir, mas permitem falar, fazer e realizar.
Talvez poucos acreditem.
Descobrem metas.
Fazem da sua Escola o berço da amizade, dos encontros, da felicidade.
Querem somar.
Querem se profissionalizar.
Ser gente.
Ser luz do dia.
Sonham longe... distante.
Não aceitam preguiça perante seus sonhos e objetivos.
Colaboram e querem mudança. São exigentes.
São eles, Estudantes, Alunos, Universitários.
Mestres também da ação-educar e que
fazem da sabedoria seu berço e
palco de fazer da história a grande série do saber.
São personagens junto aos mestres-educadores
que não gostam de desculpas para indagações.
São verdadeiros. Não gostam de serem “enrolados”.
São eles!
Estudantes.
Nossos instrumentos de vida e de crescimento
para o profissionalismo do “Ser” sem deixar de fazer.
Indagadores por natureza com muita causa.


  Genivaldo Pereira dos Santos
 
 
 















A Escola Municipal José do Patrocínio deseja a todos os alunos.



Besos





Maestra:

Hellen Suzanna


 

















 

sexta-feira, 29 de julho de 2011






Leitura dos contos Propostos nos Libros Didáticos.



Leitura dos livro paradidáticos 

 

 

 

 
Leitura, Confecção e Apresentação dos Trabalhos

 

 

6 º. ano: Celebrar el cumpleaños en España.

 

 

 

 

 





 

 

7 º.  ano: Unos vecinos de otro mundo.

 

 

 

 




 




  


 8º. ano: Un zurdazo para la Victoria. 

 

 

 

 







  

9º. ano: Mateamos

 











Disciplina:

Língua Espanhola

Conteúdo:


Introdução:

O projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento da língua espanhola por meio da  leitura e elaboração comentários. A elaboração dos comentários visam a estimular os alunos a ler e a expressar seu ponto de vista sobre a obra lida. Nessa perspectiva, o projeto tem como propósito comunicativo a elaboração de comentários sobre a obra lida em espanhol. Preocupam-se em difundir obras da literatura de língua espanhola e estimular sua leitura.

Objetivos:

O presente projeto está ancorado numa perspectiva em que se valorizam os usos que os sujeitos fazem da língua nas mais variadas situações de produção discursiva. Dessa forma, acredita-se que ao elaborar textos orais ou escritos, a produção dos alunos será orientada por uma intenção comunicativa, a quem o texto se destina e como será veiculado e que gênero textual concretizará a intenção de comunicação. Tendo claros os elementos que compõem a situação de produção discursiva, os alunos terão como problema ajustar o uso da língua à situação comunicativa, quer dizer, terão que considerar todos aqueles elementos para planejar seus textos, a fim de que estes atinjam os objetivos a que se propõem. 
Nesse sentido, no que se refere ao tratamento didático, este projeto apóia-se na: criação de uma situação comunicativa, uma situação que reúna características das situações reais de comunicação e em que os alunos se vejam realmente engajados na elaboração de textos e apóia-se, também, na criação de seqüências didáticas que possibilitem aos alunos aproximações sucessivas em relação ao gênero textual em questão que será, ao mesmo tempo, meio de concretização das intenções comunicativas e objeto de estudo.

Abrangências:

6º. ao 9º. ano

Tempo estimado:


8 aulas

Com este projeto, pretende-se que os alunos:

- Conheçam as características do gênero comentário;
- Elaborem comentários de obras literárias;
- Leiam obras literárias de língua espanhola;
- Estimulem os colegas a realizarem a leitura dessas obras;
- Escolham um determinado posicionamento enunciativo que seja adequado à situação de comunicação em questão;
- Expressem sua opinião sobre a obra lida;
- Forneçam informações essenciais sobre o livro lido (resumo da obra) e sobre o autor;
- Façam uma avaliação global da obra;
- Usem o presente simples para tematizar a obra.


Desenvolvimento da atividade

Antes da leitura:

 


- Contextualize a leitura do texto, explicando que se trata de ler para aprender Espanhol.
- Levante o conhecimento prévio dos alunos sobre o gênero literário.
- Pergunte aos alunos o que esperam encontrar neste tipo de gênero.

Durante a leitura:



- Peça que os alunos identifiquem os elementos que compõem o texto.
- Solicite que os alunos identifiquem o trecho do texto que mais gostaram.
- Comente sobre a situação de produção discursiva, ou seja, quem escreve? Para quem escreve? Com que intenção e por meio de que gênero textual.
- Peça que os alunos façam os exercícios proposto no final do livro no caderno.

Avaliação: 

- Desenvolver um comentário de 20 linhas destacando os aspectos mais importantes da leitura proposta. 





O que é comentário ?



Comentário: È a produção de um enunciado expositivo-argumentativo que explicite de forma metódica, clara e fundamentada - a partir de tópicos - os elementos de interesse descobertos no texto a comentar.
Os elementos fundamentais a ter em conta para a elaboração do comentário são:

- a sua natureza: o modo e o género literários; a estrutura formal;
- o seu conteúdo: o tema; a estrutura lógica; os processos de enunciação; a intencionalidade comunicativa;
- o seu estilo: os meios retórico-estilísticos de que o autor lançou mão para organizar a sua mensagem;
- o seu contexto: o autor; a obra; a corrente estético-literária; os códigos ideológicos.



Como entregar o trabalho?
 

Finalmente o teu trabalho está quase concluído; falta apenas passá-lo a limpo.
Deves procurar que ele tenha uma apresentação global elegante e que permita uma leitura fluente e agradável.

Objetivos com esta atividade:



Pretende-se com este exercício comprovar a maturidade intelectual manifesta nos três itens seguintes:
- capacidade de compreensão de um texto;
- capacidades de análise e de crítica;
- capacidades de síntese e de explanação das ideias com correcção e elegância linguísticas.


Exemplo de comentário:
Livro Harry Potter e A Pedra Filosofal:



Harry Potter é um garoto cujos pais, feiticeiros, foram assassinados por um poderosíssimo bruxo quando ele ainda era um bebê. Ele foi levado, então, para a casa dos tios que nada tinham a ver com o sobrenatural. Pelo contrário. Até os 10 anos, Harry foi uma espécie de gata borralheira: maltratado pelos tios, herdava roupas velhas do primo gorducho, tinha óculos remendados e era tratado como um estorvo.
No dia de seu aniversário de 11 anos, entretanto, ele parece deslizar por um buraco sem fundo, como o de Alice no país das maravilhas, que o conduz a um mundo mágico. Descobre sua verdadeira história e seu destino: ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá que enfrentar a pior força do mal, o homem que assassinou seus pais. O menino de olhos verde, magricela e desengonçado, tão habituado à rejeição, descobre, também, que é um herói no universo dos magos. Potter fica sabendo que é a única pessoa a ter sobrevivido a um ataque do tal bruxo do mal e essa é a causa da marca em forma de raio que ele carrega na testa. Ele não é um garoto qualquer, ele sequer é um feiticeiro qualquer; ele é Harry Potter, símbolo de poder, resistência e um líder natural entre os sobrenaturais. A fábula, recheada de fantasmas, paredes que falam, caldeirões, sapos, unicórnios, dragões e gigantes, não é, entretanto, apenas um passatempo.
Harry Potter conduz a discussões metafísicas, aborda o eterno confronto entre o bem e o mal, evidencia algumas mazelas da sociedade, como o preconceito, a divisão de classes através do dinheiro e do berço, a inveja, o egoísmo, a competitividade exacerbada, a busca pelo ideal - a necessidade de aprender, nem que seja à força, que a vida é feita de derrotas e vitórias e que isso é importante para a formação básica de um adulto.



Apresentação dos trabalhos













A todos pelos belissímos comentários 

Maestra:
Hellen Suzanna